Olá.
Esta semana tive o azar de deixar o burgo e ir a Lisboa. A volta calhou pelo A5 , Marq. Pombal , e estacionamento ao pé do Hospital dos Capuchos.Quando consegui arranjar, lugar já estava arrependido de ter vindo, mas valores mais altos obrigaram-me a ir até Lisboa.
Carregava comigo o "não stress"...(é um conceito que acabei de criar.Se já existe, as minhas desculpas ao autor). Já agora, este conceito está no estado de alma que se adquire em sítios, onde a natureza ainda tem verde que se veja, onde o vento corre livre sem contornar prédios, os pássaros se ouvem com muita frequência, a água, em quantidade, segue as regras normais da lei da gravidade, passando nos campos, atravessando ruas e as pessoas estão de forma simples descontraídas companheiras e amigas.
Antes de chegar ao túnel do Marquês, o trânsito intensifica-se.Na rotunda do Marquês a confusão do costume, enquanto subo a rua Luciano Cordeiro ...(não, não fui ao Elefante Branco!) o "não stress" desaparece. Ao reflectir sobre o sucedido, percebi que o "não stress" já era e o stress "já é".
Esta vai ser uma das lembranças que me vão acompanhar nos próximos 11 meses de trabalho, até às próximas férias.
Beijinhos às meninas e cumprimentos aos cavalheiros.
CArlos
sábado, 6 de setembro de 2008
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1 comentário:
Desabafar também é uma boa forma de praticar o "não stress" (gostei do conceito, acho que o vou adoptar e também acho que foi inventado por ti, Carlos!)
Beijinhos e continua a praticar... já agora, em vez de pensar nos 11 meses que te restam... faz a contagem decrescente... se calhar é mais fácil... enquanto isso, vai "blogando" no "Pó qué K é" - o nosso reduto "não stress" ...
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